Revista Sagarana
Existem símbolos que ajudam a contar a história de um lugar. É o caso das carrancas e dos vapores em Pirapora! As carrancas, com feições híbridas e expressões intensas, eram fixadas na proa dos barcos como proteção contra os perigos do rio, durante a sua navegação. Já os vapores moldaram o cotidiano da região ao transportarem pessoas, mercadorias e narrativas.
Embarcações testemunhas do tempo em que o rio era o principal caminho de circulação e encontro, estrada e sustento. A navegação inspirou o artesanato e originou ícones como o Vapor Benjamim Guimarães (com 113 anos de existência). Com as mudanças no curso do rio e o fim da era dos vapores, a dinâmica da cidade se transformou – mas a cultura ribeirinha não desapareceu.
Artistas e moradores ainda mantêm vivas essas tradições. As vozes reunidas neste ‘carrossel’ atravessam o tempo e ajudam a entender como o Rio São Francisco moldou Pirapora, no Norte de Minas. De viajantes do século XIX a artistas e trabalhadores da #cultura de hoje, todos apontam a vida ribeirinha como fundamento da cidade. A pesca, as carrancas e os vapores estruturaram memórias familiares.
Objetos, símbolos, paisagens e personagens de uma história coletiva que ainda ecoa nas margens do “Velho Chico”. Deslize para o lado e conheça todas essas falas e referências. E não deixe de acessar a reportagem original completa no portal da Revista Sagarana, produzida pelo Repórter Otávio Augusto Alves com fotos de Maria Vaz.



























